
TNFD apresenta seu relatório: Brasil e Colômbia impulsionam a vanguarda regional
02/10/2025
O Banco de Occidente e a Terrasos promovem o investimento em biodiversidade através do uso de cartões de crédito
10/02/2026
TNFD apresenta seu relatório: Brasil e Colômbia impulsionam a vanguarda regional
02/10/2025
O Banco de Occidente e a Terrasos promovem o investimento em biodiversidade através do uso de cartões de crédito
10/02/2026
A Amazônia como infraestrutura natural essencial: evento de alto nível em Belém propõe novos modelos de financiamento.
• O evento propõe uma mudança de paradigma, tratando a Amazônia como infraestrutura natural essencial e financiando-a com o mesmo rigor aplicado a rodovias ou portos.
• Especialistas da Terrasos, GGGI, Natura & Co e Vale discutirão como as unidades de biodiversidade e outras ferramentas podem canalizar investimentos privados para a conservação do bioma.
• O diálogo busca reposicionar a natureza como um ativo crítico para a economia e a gestão de riscos, alinhando-se com os objetivos globais de financiamento da biodiversidade.
• O evento ocorrerá em 11 de novembro de 2025, no Museu Goeldi em Belém, estabelecendo as bases para colaborações rumo à COP30.
Belém, Brasil, 7 de novembro de 2025. No caminho para a COP30, atores-chave do setor público, privado, multilaterais e acadêmicos se reunirão em Belém para um diálogo urgente sobre a forma de tratar a Amazônia não como um passivo, mas como um ativo de infraestrutura crítica que necessita de investimento e manutenção, da mesma forma que rodovias ou usinas de energia.
O evento "A Amazônia como Infraestrutura Natural Essencial", organizado pela Terrasos, ocorrerá em 11 de novembro de 2025, das 14h às 15h, na Estação AMAZÔNIA SEMPRE – Chalet, Museu Goeldi (Av. Governador Magalhães Barata, 376 – São Braz, Belém – PA).
A degradação da Amazônia representa uma ameaça direta para a estabilidade econômica regional, a segurança alimentar e a resiliência climática global. Este bioma regula as chuvas, armazena carbono, gera energia e sustenta milhões de pessoas. No entanto, ao contrário da infraestrutura cinza (portos, rodovias), a natureza carece de fluxos de investimento dedicados e modelos de financiamento estruturados.
"Propondo uma mudança de paradigma: financiar, gerenciar e manter a Amazônia com o mesmo rigor aplicado à infraestrutura construída", afirma Mariana Sarmiento, CEO da Terrasos e moderadora do painel. Ela acrescenta que "mecanismos como os créditos de biodiversidade e os bancos de habitat são ferramentas-chave para canalizar capital público e privado para a restauração e conservação desse ativo essencial".
Objetivo e Temas Centrais
O evento tem como objetivo fomentar um diálogo de alto nível sobre como os mecanismos financeiros — como os créditos de biodiversidade, investimentos baseados em resultados e parcerias público-privadas — podem sustentar a infraestrutura ecológica do bioma.
Entre os temas de discussão estarão:
● A Amazônia como Infraestrutura: Compreender seu papel crítico na provisão de serviços ecossistêmicos.
● Financiamento de Infraestrutura Ecológica: Explorar marcos de investimento sob a perspectiva de instituições como o Global Green Growth Institute (GGGI).
● Dependência Corporativa da Natureza: Como empresas como Natura & Co e Vale integram a biodiversidade em suas estratégias e cadeias de suprimento.
● Financiamento Baseado em Resultados: Como os biocréditos podem mobilizar capital por meio de resultados ecológicos mensuráveis e verificáveis.
Painelistas de Renome Internacional
O painel contará com a participação de especialistas de destaque:
● Mariana Sarmiento (Moderadora), Fundadora & CEO, Terrasos.
● Charles Bedford, Chief Impact Officer, Carbon Growth Partners; Professor Adjunto, HKUST Business School.
● Letícia Guimarães, Head of Nature Strategy, Vale S.A.
● Ferruccio Santetti, Investment Lead, América Latina & Caribe, Global Green Growth Institute (GGGI).
● Priscila Matta, Senior Sustainability Manager LATAM – Climate, Nature & Regenerative Innovation, Natura & Co.
Espera-se que o evento contribua para reconfigurar a natureza como um ativo essencial para a gestão de riscos e criação de valor, além de apresentar modelos práticos de investimento em infraestrutura ecológica que reduzem os riscos operacionais e financeiros. O objetivo é promover a colaboração multisectorial para ampliar o financiamento da biodiversidade, identificando ações concretas para integrar os ativos ecológicos nos marcos de investimento, seguros e crédito.
Esse diálogo é um passo crucial para alinhar os esforços regionais com o Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal (Meta 19), que busca mobilizar entre 600 e 800 bilhões de dólares anuais até 2030.
Para mais informações, confirmar presença ou solicitar entrevistas com os painelistas, entre em contato com:
Maurício Serna pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp +57 314-630-4932.


