Publicações

Identificação, Monitoramento e Avaliação da Adicionalidade em Bancos de Habitat

Terrasos - 2026

Este documento apresenta uma abordagem metodológica para compreender e avaliar a adicionalidade em bancos de habitat. Desenvolvido pela EPIC no âmbito de um projeto apoiado pela IDH, explica como a adicionalidade pode ser identificada, monitorada e avaliada ao longo do tempo, e propõe critérios-chave para fortalecer a credibilidade e a integridade dos resultados de conservação e restauração.

Gestão Integral de Riscos em Projetos de Conservação e Restauração

Terrasos - 2025

Este documento descreve a abordagem estruturada e estratégica da Terrasos para a gestão de riscos em projetos de conservação, particularmente em bancos de habitats. Por meio de um Sistema de Gestão de Riscos (SGRT) alinhado às normas ISO 31000, a empresa identifica, analisa e mitiga riscos operacionais, financeiros, ambientais, jurídicos e sociais que podem afetar a sustentabilidade do projeto.

Terrasos - Yale School of the Environment 2025

Terrasos - 2025

Terrasos e a Universidade de Yale desenvolveram uma estrutura rigorosa para mensurar o impacto das ações de conservação em Bancos de Habitat. Este infográfico resume os principais pilares do monitoramento da flora, fauna e paisagem usando sensoriamento remoto, armadilhas fotográficas, drones, eDNA e análise bioacústica. Os dados permitem a auditoria de longo prazo da eficácia ecológica.

Esclarecendo o papel dos créditos ou unidades de biodiversidade nas estruturas de conformidade de políticas

Terrasos - 2025

Este documento explora o papel que os créditos ou unidades de biodiversidade podem desempenhar em estruturas de conformidade ambiental, esclarecendo que eles não são um mecanismo obrigatório, mas sim uma alternativa dentro de um conjunto mais amplo de opções para compensar impactos residuais. Com base na análise de diferentes estruturas regulatórias, o documento explica como esses créditos funcionam como um dos vários mecanismos de compensação, oferece uma visão comparativa de sua utilização na Colômbia, Brasil, Reino Unido, Austrália e Estados Unidos e destaca os principais fatores que influenciam sua adoção.

Protocolo para Emissão de Unidades Voluntárias de Biodiversidade - Versão 4.0

Terrasos - 2024

Baixe a versão mais recente do Protocolo para Emissão de Unidades Voluntárias de Biodiversidade, que define os critérios e procedimentos necessários para o desenvolvimento de projetos de conservação que gerem melhorias mensuráveis ​​na biodiversidade. Por meio deste protocolo, é estabelecido um mecanismo rigoroso para a quantificação, emissão e monitoramento de Unidades de Biodiversidade, possibilitando a criação de um mercado voluntário que mobiliza investimentos públicos e privados, contribuindo para a sustentabilidade e a conservação dos ecossistemas.

Whitepaper - Fortalecendo a integridade, credibilidade e eficácia das unidades de biodiversidade de terrasos por meio da aplicação da tecnologia de contabilidade distribuída.

Terrasos - 2024

Este documento explica como a Terrasos utiliza a Tecnologia de Registro Distribuído (DLT) para garantir transparência e integridade na emissão de Unidades de Biodiversidade. Dessa forma, garante o rastreamento e a verificação de cada unidade, prevenindo problemas como fraude e dupla contagem, ao mesmo tempo em que promove mercados de biodiversidade mais confiáveis ​​e sustentáveis.

Biocréditos e Bancos de Habitat: Repensando o Desenvolvimento e a Manutenção da Infraestrutura Ecológica

Terrasos - 2024

A noção da natureza como infraestrutura crítica que deve ser restaurada e mantida historicamente se restringiu mais à teoria e à academia do que à prática. No entanto, recentemente, muitos governos, organizações não governamentais (ONGs) e o setor privado criaram novos mecanismos financeiros que estão começando a garantir o investimento adequado em nossa infraestrutura natural. O Quadro Global de Biodiversidade de Kunming, Montreal, indica que serão necessários entre US$ 600 e US$ 800 bilhões por ano até 2030 para fechar a lacuna de financiamento da biodiversidade. Essa quantia só pode ser gerada valorizando a natureza adequadamente e criando mercados que mobilizem capital privado, público e institucional.

Diretrizes para Estruturação de Projetos Geradores de Unidades de Biodiversidade de Alta Integridade

IDB Lab / Terrasos - 2024

Esta nota técnica resume o Protocolo para a Emissão de Unidades Voluntárias de Biodiversidade da Terrasos, um mecanismo que promove a conservação e a restauração de ecossistemas por meio da emissão de Unidades de Biodiversidade. Cada unidade representa 10 metros quadrados de ecossistemas ameaçados, preservados ou restaurados por pelo menos 20 anos. O protocolo estabelece princípios-chave como rastreabilidade, permanência e rigor científico, e detalha uma metodologia para o cálculo das unidades emitidas, com base em fatores como ameaça ao ecossistema, conectividade, tamanho, ações de conservação e engajamento da comunidade. O documento inclui um cenário hipotético que ilustra o cálculo das unidades em um projeto e um checklist para o documento de registro, que garante o cumprimento do requisito mínimo para projetos que emitem Unidades de Biodiversidade. Este resumo enfatiza a integridade do processo e garante que os investimentos gerem impactos reais e sustentáveis ​​na conservação da biodiversidade.

Oportunidades e Barreiras para a Criação de Bancos de Habitats como Instrumento de Compensação Ambiental no Brasil

Terrasos - 2024

Este relatório examina as oportunidades e os desafios para a implementação de Bancos de Habitat (BH) no Brasil, analisando como os mecanismos de compensação ambiental existentes podem ser adaptados a esse modelo. Apesar de contar com ferramentas como Compensação de Reserva Legal e Reposição Florestal, o arcabouço regulatório é complexo e varia de estado para estado, dificultando a escalabilidade dos BH. O estudo identifica oportunidades para integrar os BH aos instrumentos existentes e fomentar mercados de créditos de biodiversidade. Recomenda a padronização de critérios técnicos, a promoção de parcerias público-privadas e o fortalecimento dos sistemas de rastreabilidade e monitoramento para garantir resultados eficazes e sustentáveis.

Integrando créditos voluntários de biodiversidade em projetos de conservação: lições da Colômbia e da Etiópia.

Terrasos - 2024

Este estudo analisa a aplicação do Protocolo Terrasos para Emissão de Créditos Voluntários de Biodiversidade v3 em dois projetos de conservação na região dos Andes, na Colômbia, e um na Reserva da Biosfera de Kaffa, na Etiópia. Examina as oportunidades e limitações da aplicação de uma metodologia padronizada em contextos ecológicos, legais e institucionais distintos. No entanto, foram identificadas oportunidades para complementar os esquemas participativos de conservação existentes com créditos de biodiversidade como fonte de renda sustentável. O estudo de caso confirma que o protocolo Terrasos é aplicável fora da Colômbia e serviu como um primeiro passo para o desenvolvimento da próxima versão (v4), que inclui um fator social. As principais conclusões destacam a importância da governança adaptativa, do engajamento das partes interessadas e do acesso a dados ecológicos confiáveis ​​para uma implementação bem-sucedida.

Bancos de Habitat: Solução Sustentável para a Biodiversidade na Colômbia e no Mundo.

Terrasos - 2024

Uma análise comparativa revela como países como Colômbia, Austrália e Estados Unidos lideram a proteção de áreas naturais por meio de bancos de habitat.

Créditos de Biodiversidade - Uma oportunidade para criar uma nova estrutura de crédito para mercados de natureza.

Terrasos - 2023

Este artigo argumenta que os sistemas de créditos de biodiversidade exigem uma arquitetura diferente da do mercado de carbono. Carbono e biodiversidade são problemas fundamentalmente distintos, com soluções distintas, e seus respectivos sistemas de crédito precisam acomodar essa diferença por razões técnicas, sociais e práticas. Os autores destacam sete considerações-chave que devem ser levadas em conta no desenvolvimento de um sistema de créditos de biodiversidade.

Resumo Executivo - Protocolo para Emissão de Créditos Voluntários de Biodiversidade

Terrasos - 2022

Este sumário executivo oferece uma visão geral rápida e completa das definições necessárias para o desenho e a operação de projetos de conservação interessados ​​na emissão de Créditos Voluntários de Biodiversidade, sob os princípios de integridade oferecidos pelo “Protocolo para a Emissão de Créditos Voluntários de Biodiversidade”. Dessa forma, contribui para a construção de projetos sustentáveis ​​de longo prazo que gerem valor ambiental, social e econômico nos territórios onde são desenvolvidos.

Protocolo para Emissão de Créditos Voluntários de Biodiversidade (Versão Beta)

Updated November 2022

Dada a necessidade de criar e dinamizar projetos que garantam a recuperação da biodiversidade e contribuam significativamente para as metas internacionais, foi criado o “Protocolo para a Emissão de Créditos Voluntários de Biodiversidade”. Este Protocolo busca promover a estruturação de projetos excepcionais de conservação, fornecendo critérios para seu desenho e operação, que adotem medidas de conservação baseadas em áreas de grande valor ecológico e sejam geridos com base em garantias financeiras, jurídicas e técnicas. Da mesma forma, consideramos que este Protocolo permitirá mobilizar investimentos ambientais públicos e privados para gerar um mercado de Créditos de Biodiversidade, o que permitirá que os projetos e suas ações sejam sustentáveis ​​a longo prazo e gerem valor ambiental, social e econômico nos territórios onde são desenvolvidos.

Créditos de biodiversidade: desbloqueando mercados financeiros para resultados positivos para a natureza.

No caminho para a adoção de práticas empresariais regenerativas, existe uma oportunidade de proteger ecossistemas críticos dos quais as empresas e o mundo dependem para atingir pontos de inflexão irreversíveis. Uma oportunidade surge na forma de créditos de biodiversidade, e essa oportunidade só pode ser aproveitada com o engajamento justo e equitativo de diversos gestores da biodiversidade, em particular povos indígenas e comunidades locais (IPLCs), incluindo agricultores, pescadores e pastores.

A Nature Action, do Fórum Econômico Mundial, lidera uma iniciativa global chamada Financiamento para a Natureza, que explora o potencial dos mercados de créditos de biodiversidade para liberar financiamento para resultados positivos para a natureza.

Investimento de Impacto para a Conservação da Biodiversidade: Casos da América Latina e do Caribe

Isabel Studer - IDB - 2021

Mais de 30% da água doce disponível na Terra e quase 50% das florestas tropicais do mundo encontram-se na América Latina e no Caribe (ALC), que possui uma ampla gama de ecossistemas terrestres, de água doce, costeiros e marinhos. Esta fonte única de capital – capital natural – gera benefícios importantes para a vida. Esta fonte única de capital – capital natural – gera benefícios importantes para a vida das pessoas, chamados serviços ecossistêmicos. O termo “capital natural” refere-se aos componentes dos ecossistemas terrestres e marinhos, incluindo a diversidade biológica, que contribuem para a geração de bens e serviços valiosos para a humanidade agora e no futuro. Uma lacuna de financiamento para proteger a natureza e os ativos da biodiversidade pode ser parcialmente resolvida pela mobilização de investimentos privados, apoiando atores privados que estão aproveitando o capital natural de forma sustentável, facilitando o investimento privado em projetos de conservação e restauração e incentivando a inovação privada em soluções de sustentabilidade.

O valor da biodiversidade na tomada de decisões econômicas: aplicando a abordagem ESM do IEEM às estratégias de conservação na Colômbia.

Onil Banerjee, Martin Cicowiez, Žiga Malek, Peter H. Verburg, Renato Vargas, Sean Goodwin - IDB - 2020

Neste artigo, avaliamos os impactos econômicos, de capital natural e de serviços ecossistêmicos de estratégias para conservar o rico patrimônio de capital natural da Colômbia. Especificamente, consideramos propostas de programas governamentais para estabelecer o Pagamento por Serviços Ecossistêmicos (PSA), implementar sistemas silvipastoris mais sustentáveis ​​e expandir bancos de habitats. Desenvolvemos e aplicamos a Plataforma Integrada de Modelagem Econômica Ambiental (IEEM), vinculada à Modelagem de Uso e Cobertura da Terra (LULC) e aos Serviços Ecossistêmicos (IEEMESM), para esclarecer os impactos multidimensionais desses programas sob a perspectiva do desenvolvimento econômico sustentável e da riqueza intergeracional.