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A Terrasos apresenta a atualização do Protocolo para a Emissão de Créditos de Biodiversidade.

• É lançada a Versão 4 do Protocolo, que propõe uma estrutura integradora para a geração de projetos de conservação de alta integridade.

• Os interessados em conhecer este Protocolo V4, pioneiro e inovador, podem consultá-lo ou baixá-lo em Publicações. Também podem ver seu lançamento no link: https://www.youtube.com/watch?v=sxR8JbA-8JU

• A estratégia do protocolo promove que as comunidades consolidem iniciativas próprias para a proteção de seus ecossistemas.

Bogotá, 4 de dezembro de 2024. Dando continuidade à necessidade de proteger a biodiversidade e enfrentar os desafios das mudanças climáticas, a Terrasos desenvolveu o Protocolo em sua Versão 4, um modelo pioneiro que estabelece parâmetros para a emissão de Unidades de Biodiversidade Voluntárias (Tebu) sob padrões internacionais. Este protocolo não apenas aborda as necessidades ambientais, como também incorpora um significativo componente social, garantindo uma implementação integral e sustentável.

Sendo um modelo integral para a conservação, o Protocolo da Terrasos estabelece que uma unidade de biodiversidade representa aproximadamente 10 m² de um ecossistema preservado e/ou restaurado, gerido técnica, financeira e juridicamente. Seu objetivo é alcançar resultados quantificáveis em termos de biodiversidade por pelo menos 20 anos, com potencial de se estender até 50 anos. Os projetos que implementarem este protocolo poderão emitir mais unidades se conseguirem impactar positivamente habitats ameaçados, facilitando as dinâmicas ecossistêmicas das espécies e protegendo ou restaurando os serviços ecossistêmicos.

Cabe destacar que este novo modelo nasce no âmbito do projeto “Terrasos Biodiversity Unit”, conhecidas como Tebu, uma ferramenta criada e desenvolvida pela Terrasos em aliança com o BID Lab e a Fundação Santo Domingo, com o respaldo do Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Esta plataforma, que combina os Créditos de Biodiversidade com a tecnologia blockchain, representa um impacto tangível na biodiversidade por meio de soluções sob medida que contribuem para a proteção de ecossistemas e para mitigar problemas como a perda de biodiversidade e as mudanças climáticas.

O Protocolo da Terrasos estabelece uma metodologia para quantificar e emitir Tebu, considerando cinco fatores-chave: o nível de ameaça do ecossistema, o grau de conectividade ecológica, a participação das comunidades, a relação entre a área de preservação e de restauração, e a duração do projeto. Esta abordagem holística garante que os projetos de conservação sejam sustentáveis e gerem benefícios tangíveis para a biodiversidade, alinhados às práticas das comunidades locais responsáveis.

Um dos aspectos destacados deste Protocolo, como mencionado, é a inclusão de um fator social, desenhado para vincular as comunidades locais à conservação e dinamizar a economia local. Esta estratégia promove a participação ativa das comunidades na proteção de seus ecossistemas, fortalecendo as iniciativas de conservação e gerando um impacto positivo de longo prazo.

O Protocolo estabelece os princípios fundamentais para a estruturação de projetos de alta integridade. Isso, incorporando uma plataforma de registro, com a qual se garante que compradores e interessados em conhecer o projeto possam fazer a rastreabilidade das unidades comercializadas e, assim, evitar a dupla contabilidade destas.

Adicionalmente, para garantir a gestão técnica e financeira, são estruturados marcos de desempenho do projeto que permitem demonstrar os avanços na gestão do projeto e os ganhos em biodiversidade, assegurando o rigor técnico no desenvolvimento de projetos de biodiversidade. A gestão deste projeto será validada e verificada por terceiros independentes, que, por meio do acompanhamento bienal, aprovarão a liberação e comercialização de unidades conforme o cronograma estabelecido, sendo um sistema de pagamento por resultado, o que garantirá a transparência na consolidação do projeto.

 

Convite à Colaboração:

 

O Protocolo V4, em sua versão Beta 4, está em constante revisão e aprimoramento. A Terrasos convida os interessados a baixar o documento em www.terrasos.co/descarga-de-protocolo/ e enviar seus comentários e sugestões para o e-mail [email protected]. A colaboração e a retroalimentação da comunidade científica e de outros atores são elementos fundamentais para fortalecer este inovador protocolo e assegurar seu êxito na conservação da biodiversidade global.

Para obter mais informações sobre o Protocolo, você pode baixar o documento por meio do seguinte link: https://www.terrasos.co/pt-br/publicacoes/.